
Flávio disse ainda que a soma de salários de seu ex-assessor e de seus familiares já chegaria a "quase" o valor de R$ 1,2 apontado pelo Coaf como "movimentação átipica" por Queiroz. "Se você pega o salário dele no meu gabinete, mais o que ele recebe na Polícia Militar e mais o dos seus familiares, que depositavam dinheiro na conta dele, conforme ele próprio já declarou em alguma entrevista, dá quase esse valor", disse Flávio, ressalvando que não estava fazendo uma defesa do ex-assessor.
Flávio disse que pretende depor ao MP para "sepultar qualquer dúvida sobre minha pessoa", mas não disse quando isso seria. O senador eleito afirmou ainda achar que "há direcionamento nas investigações" para atingi-lo e ao governo de seu pai.
O senador eleito não compareceu ao depoimento marcado para esta quinta-feira, 10, no Ministério Público, para esclarecer o caso. Em uma nota publicada em seu perfil no Facebook, na tarde desta quinta-feira, ele justificou que não é investigado e que ainda não teve acesso aos autos do procedimento aberto pelo MP.
Fonte: Terra
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